|
12. TODAS AS NORMAS TÉCNICAS DA ABNT
|
NORMAS ABNT
[Conheça
as Normas Técnicas]
|
NORMAS ABNT .
[Normas Técnicas] |
|
 |
|

Estrutura do trabalho científico e acadêmico.
1.1 CAPA: é a proteção externa do trabalho, normalmente
padronizada pelos curso.
1.2 FOLHA DE ROSTO: é a folha que apresenta os elementos
essenciais à identificação do trabalho (anexo A e B)
1.3 VERSO DA FOLHA DE ROSTO: ficha catalográfica.
1.4 FOLHA DE APROVAÇÃO: autor, título, aprovado em ... , nome
do orientador, banca examinadora.
1.5 DEDICATÓRIA: a critério do autor.
1.6 AGRADECIMENTO: é interessante que sejam feitos
agradecimentos a pessoas e instituições
1.7 SUMÁRIO: relação das principais divisões do trabalho na
ordem em que aparecem no texto.
1.8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES: localiza-se após o sumário, em
página própria. Relaciona figuras, tabelas, quadros e gráficos, na
ordem em que aparecem no texto, indicando o número, o título e a
página onde se encontram (Anexo C). Se houver poucas ilustrações de
cada tipo, todas podem ser colocadas em uma página só.
1.9 LISTA DE SIGLAS, ABREVIATURAS E SÍMBOLOS: devem ser
ordenadas alfabeticamente, seguidas de seus significados. Usar uma
nova página para cada lista (NB – 14:08.05.001).
1.10 RESUMO: é a apresentação resumida, clara e concisa do
texto, destacando-se os aspectos de maior interesse e importância.
Deve ser redigida de forma impessoal, não excedendo 500 palavras. O
resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as
conclusões do trabalho.
1.11 ABSTRACT: é a tradução para uma língua estrangeira do
resumo.

|
|
O trabalho é dividido em introdução, texto e pós-texto.
2.1 INTRODUÇÃO: onde é definido o propósito do trabalho e
como pretende-se desenvolvê-lo.
2.2 TEXTO
2.2.1 CORPO DO TRABALHO: é o texto propriamente dito, onde o assunto
é apresentado e desenvolvido.
2.1.2 CONCLUSÃO: fecha com a introdução e diz o que foi pretendido,
o que foi alcançado e em que grau.
2.3 PÓS-TEXTO
2.3.1 BIBLIOGRAFIA OU REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: consultada, citada
ou recomendada.
2.3.2 ANEXOS: todo o material que poderia estar no texto, mas por
algum motivo é deslocado para aqui. A indicação dos anexos é feita
com letras maiúsculas. Ex.: Anexo A, Anexo B.
2.3.3 APÊNDICES: o que não é fundamental ao texto, mas que pode
servir de apoio ao mesmo.
2.4 GLOSSÁRIO: lista em ordem alfabética de palavras
especiais, pouco conhecidas, obscuras ou de uso restrito.
2.5 ÍNDICE: colocado no final do trabalho, é remissivo ao
texto, podendo ser por autor, assunto, palavras-chave etc.
2.6 NOTAS DE RODAPÉ: destinam-se a prestar esclarecimentos,
comprovar uma afirmação ou justificar uma informação que não deve
ser incluída no texto. As notas devem limitar-se ao mínimo
necessário. As notas de rodapé são colocadas no pé da página,
separadas do texto por uma linha de aproximadamente 1/3 da largura
útil da página, a partir da margem esquerda. A indicação da
remissiva para rodapé deve ser feita com números em expoente.
Exemplo: ( ² )
 |
|
3.1 PAPEL: A4 (210x297mm)
3.2 ESPAÇOS: no texto, usar preferencialmente o espaço duplo
(2 cm) ou um e meio (1,5 cm), dependendo exclusivamente do que
determina sua faculdade ou professor. Nas citações até quatro
linhas, usar aspas e espaços iguais ao texto. Nas que tiverem mais
de quatro linhas, usar espaço um e margem à esquerda de (15). O fim
de uma seção e o cabeçalho da próxima são separados por espaços
extras.
Observação: quando uma seção terminar próxima ao fim de uma página,
colocar o cabeçalho da próxima seção na página seguinte.
3.3 MARGENS: superior e esquerda, 3 cm; inferior e direita, 2
ou 2,5 cm.
3.4 PAGINAÇÃO: seqüencial ao alto e à direita da folha, em
algarismos arábicos, aparecendo a indicação e contando as páginas a
partir do texto. Bibliografia, anexos, apêndices, glossário, índice
etc. devem ser incluídos na numeração seqüencial das páginas.
3.5 LETRAS: usar um tipo de letra que seja de fácil leitura
(Times New Roman ou Arial). Evitar usar itálico no texto: use
somente um tipo e normal
 |
|
A numeração progressiva tem por objetivo descrever as partes de um
documento, de modo a permitir a exposição mais clara das divisões e
subdivisões do texto, a seqüência, importância e
inter-relacionamento da matéria e permitir a localização imediata de
cada parte.
4.1 SEÇÕES: são as partes em que se divide o texto de um
documento.
4.2 SEÇÕES PRIMÁRIAS: principais divisões do texto de um
documento, denominadas "capítulos".
seção primária: 1
4.3 SEÇÕES SECUNDÁRIAS, TERCIÁRIAS, QUATERNÁRIAS, QUINÁRIAS:
divisões de texto de uma seção primária, secundária, terciária etc.,
respectivamente.
seção secundária: 1.1 ou 1.1.1.
São empregados algarismos arábicos na numeração.
1.2.3.4.
Pode ser usada letra maiúscula do alfabeto latino, seguido de
parênteses para subdividir itens que são importantes, mas que não
são considerados seções.
Ex.: capítulo 1
seção 1.1
alínea a)
Recomenda-se não subdividir demasiadamente as seções, a fim de que a
clareza e a concisão do texto não sejam comprometida.
 |
|
Menção no texto de uma informação colhida em outra fonte. Pode ser
uma transcrição ou paráfrase, direta ou indireta, de fonte escrita
ou oral.
As citações são elementos (partes, frases, parágrafos etc.)
retirados dos documentos pesquisados durante a leitura da
documentação e que se revelam úteis para sustentar o que se afirma
pelo autor no decorrer do seu raciocínio. Ex.: (SEVERINO, 1992, p.
85). "As citações bibliográficas devem ser: exatas, precisas, e
averiguáveis por todos. Através delas é possível identificar e
localizar a fonte." Elas podem aparecer no texto (autor, ano,
páginas) ou em notas de rodapé.Lembrando que dentro de parênteses o
nome do autor aparecerá em CAIXA ALTA.
5.1 TIPOS DE CITAÇÃO
5.1.1 CITAÇÕES FORMAIS OU DIRETAS OU TRANSCRIÇÃO: quando transcrevem
literalmente trechos de obras. Devem aparecer entre aspas,
respeitando pontuação e ortografia. São apresentadas em forma de
referências bibliográficas, acompanhadas de indicações exatas dos
documentos de onde foram recolhidas, uma vez que "a virtude
fundamental do citador é a fidelidade" (SALVADOR 1978, p. 206)
5.1.2 CITAÇÕES CONCEPTUAIS OU INDIRETAS OU PARÁFRASE; CITAÇÃO LIVRE
DO TEXTO: quando sínteses pessoais reproduzem fielmente as idéias de
outros autores. Não é necessário indicar a página, simplesmente o
sobrenome do autor e a data de publicação do trabalho. Ex.: conforme
Fontes (1987).
Em caso de citação de dois ou mais trabalhos do mesmo autor com o
mesmo ano de publicação, diferenciar cada um utilizando letras
minúsculas junto a data.
Ex.: Souza, 1978
000Souza, 1978a
5.1.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO: quando for absolutamente indispensável a
menção a um trabalho ao qual o autor não teve acesso, mas do qual
tomou conhecimento apenas por estar citado em outra publicação. Para
simplificar a forma de apresentação é necessário o emprego da
expressão latina "Apud" no texto. Ex.: Silva (1978) Apud Souza
(1985).
BRADLEY Apud ARMITAGE (1991)
ARMITAGE, W. J. Supply of corneab issue in the United Kingdon Br.
Journal Ophitalmology, v. 74, p. 650-3, 1991.
As citações devem se ater ao essencial:
a) Elipse ou supressões: é permitida a omissão de palavras na
citação quando seu sentido não é alterado. Tal omissão é indicada
por reticências entre parênteses (...). Quando são omitidos um ou
diversos parágrafos, deve-se usar uma linha pontilhada.
Assim:...........................................................................................................
b) Interpolação ou comentários: a exatidão é fundamental na citação.
Portanto, qualquer correção ou observação feita deve ser indicada
corretamente. Corrige-se da seguinte forma:
-
inserindo a expressão "sic" entre colchetes ou parênteses:
(sic), [ sic] ;
-
inserindo a correção entre colchetes ou parênteses: [...]
-
inserindo frases indicando a correção, entre colchetes ou
parênteses. Quando for utilizado o grifo (negrito, itálico
etc.), isto deve ser mencionado: (grifo do autor) ou (grifo
meu)
-
é indispensável mencionar os dados necessários à
identificação da fonte da citação. Estes dados devem
aparecer no texto e listas no fim de texto.
-
Qualquer obra utilizada, citada ou não no texto, deverá
aparecer na bibliografia final.
-
A chamada ou entrada usada no texto deve ser a mesma na
bibliografia.
|

|
O nome (sobrenome)
do autor vem na frente em caixa alta (forma), seguida de vírgula
para depois seu pré-nome (nome) e demais elementos do seu nome
completo.
6.1 DEFINIÇÃO: conjunto de indicações precisas e minuciosas,
retiradas do próprio documento, permitindo sua identificação no todo
ou em parte. Os elementos de referência bibliográfica de documentos
(livros, textos, periódicos, anais de congressos, folhetos etc.)
considerados no todo ou em parte devem ser retirados sempre que for
possível da folha de rosto da obra consultada. Dividem-se em
essenciais e complementares.
6.2 ELEMENTOS
6.2.1 ESSENCIAIS: são informações indispensáveis à identificação do
documento. Estão estritamente ligados ao suporte documental e
variam, portanto, conforme o tipo de documento. Ex.: autor, título,
local, editora, data de publicação, página inicial e final (quando
se tratar de capítulos ou partes de um documento).
6.2.2 COMPLEMENTARES: são informações que, acrescentadas aos
elementos essenciais, permitem melhor caracterizar o documento. Ex.:
edição, editor, páginas, porte físico, ilustrações, dimensões,
série. Todos estes elementos juntos permitem caracterizar, localizar
e datar publicações referenciadas em bibliografias, resumos e/ou
recensões
6.3 LOCALIZAÇÃO: a referência bibliográfica pode aparecer:
no fim de texto ou de capítulo.
6.4 ORGANIZAÇÃO: as referências bibliográficas são
organizadas em ordem alfabética por sobrenomes de autores, títulos
ou assuntos, sempre observando a entrada que foi dada no texto.
6.5 PONTUAÇÃO: deve ser uniforme para todas as referências.
a) Os vários elementos da referência bibliográfica (nome do autor,
título da obra, edição, notas tipográficas - imprensa - , notas
bibliográficas e notas especiais) devem ser separados, entre si, por
ponto seguido de dois espaços.
Ex.: SILVA, João da. A história da moeda. 3. ed.
b) Os elementos das notas tipográficas (local, editor, data) e
bibliográficas devem ser separadas, entre si, por dois pontos. Datas
são separadas por vírgula.
Ex.: São Paulo, Atlas, 1986
c) A nota de série e/ou coleção é, por tradição, apresentada entre
parênteses, indicando-se os títulos e sua numeração.
Ex.: (Série os historiadores)
(Os economistas)
(Texto para discussão, 31)
d) Ligam-se por hífen as páginas inicial e final das partes
referenciadas, bem como as datas-limites de determinado período da
publicação.
Ex.: p. 55-68
e) Ligam-se por barra transversal as datas-limite do período a que
se refere a publicação referenciada.
Ex.: 1976/1989
6.6 TIPOS OU FONTE (ESTILO DE LETRA): empregam-se maiúsculas
(tipo caixa alta) nos sobrenomes dos autores individuais, nos nomes
de entidades coletivas, nos títulos de periódicos e na primeira
palavra do título quando constituírem a entrada da referência.
6.7 ELEMENTOS DE REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
6.7.1 AUTORIAS:
a) Autor pessoal: responsável pela criação, conteúdo intelectual ou
artístico de um documento. Inicia-se a entrada pelo último sobrenome
do autor, em letra maiúsculas, seguido pelo(s) nome(s). Emprega-se
vírgula entre o sobrenome e o(s) nome(s). Os nomes são transcritos
como aparecem nos documentos.
Ex.: SILVA, L
TEIXEIRA, J. S.
b) Sobrenomes ligados por hífen: DUQUE-ESTRADA, O.
c) Sobrenomes que indicam parentesco: ARARIPE JÚNIOR, I. A.
FERRARI FILHO, H.
d) Sobrenomes compostos de um adjetivo mais um substantivo.
Ex.: CASTELO BRANCO, C.
ESPÍRITO SANTO, H.
SANTA CRUZ, A.
e) Sobrenomes cuja forma composta é a mais conhecida:
EÇA DE QUEIROZ, J. M.
MACHADO DE ASSIS, A. M.
f) Sobrenomes espanhóis:
GARCÍA MÁRQUEZ, G.
RODRIGUEZ LARA, J.
g) Documentos elaborados por um autor, dois autores, três autores,
mais de três autores:
HUNT, L.
HUNT, L. ; HUBBERMAN, J.
HUNT, L. ; HUBBERMAN, J. ; SILVA, M.
6.7.2 ENTRADA COLETIVA
Autor, entidade, instituição(ões), organização(ões), empresa(s),
comitê(s), entre outros, responsável(eis) por publicação em que não
se distingue autoria pessoal. Trabalhos de cunho administrativo ou
legal. Ex.:
No texto:
(FUNDAÇÃO, 1982, p.57)
Na bibliografia:
FUNDAÇÃO DE ECONOMIA E ESTATÍSTICA. Agricultura no Rio Grande do
Sul. Porto Alegre: 1982 (25 Anos da Economia Gaúcha, v. 3)
6.7.3 Quando a entidade coletiva é hierarquicamente vinculada aos
governos federal (Ministério), estadual e municipal (Secretarias),
conselhos e universidades:
No texto:
BRASIL (1995, p.125)
RIO GRANDE DO SUL (1996, p.101)
PORTO ALEGRE (1997, p.27)
CONSELHO (1987, p.5)
UNIVERSIDADE (1985, p.30)
Na bibliografia:
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. A educação no Brasil ano
2000. Brasília: 1995. 223 p.
RIO GRANDE DO SUL. Secretaria de Agricultura. Agricultura em
números. Porto Alegre: 1995. 193 p.
PORTO ALEGRE. Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Departamento
Municipal de Águas e Esgotos. Relatório anual. Poro Alegre: 1997.
190 p.
CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Currículos mínimos de cursos de
graduação. 8 ed. rev. atual. Brasília: 1987. 498 p.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Estatuto, regimento
geral. Porto Alegre: 1985. 74 p.
6.7.4 Trabalho apresentado em eventos (congressos, encontros,
simpósios etc.):
MALDONADO FILHO, E. A transformação de valores em preço de produção
e o fenômeno da absorção e liberação de capital produtivo. In:
ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA, 15. Salvador: ANPEC, 1-4, dez. 1975.
Anais... p. 157-75.
6.7.5 Evento no todo:
SIMPÓSIO BRASILEIRO DE REDES DE COMPUTADORES, 13. 1995. Belo
Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG, 1995. 655 p.
6.7.6 Eventos em meio eletrônico, no todo ou em parte:
CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPel, 4. 1995. Recife. Anais
eletrônicos... Recife: UFPel, 1996. Disponível em http://www.propesq.ufpel.br/anais/anais.htm.
Acesso em 21/jan/97.
GUNCHO, M. R. A educação à distância e a biblioteca universitária.
In: SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 10. 1998. Fortaleza.
Anais...Tec Tralha, 1999. 1 CD.
6.7.7 Publicações anônimas ou não assinadas: entrar diretamente pelo
título, sendo a primeira palavra em maiúscula.
ANTOLOGIA Latina. 6 ed. Madrid: Credos, 1968. 291 p.
6.7.8 Coletânea de textos:
Autor, coordenador, editor diferentes da parte referenciada:
BACHA, L. Hierarquia e remuneração gerencial. In: TOLIPAN, R. ;
TINELLI, A. C. A Controvérsia sobre Distribuição de Renda e
Desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar: 1975. p. 124-55 (Biblioteca
de Ciências Sociais)
BERTOLA, G. ; CAVALLERO, R. Sustainable intervention polices and
exchange rate dinamics. In: KRUGMAN, P. e MILLER, M. (eds) Exchange
Rate Target and Currency Banks. Cambridge: University Cambridge,
1992.
Autor, coordenador, editor igual ao autor da parte referenciada.
GAROFALO, L. ; CARVALHO, C. Teoria Microeconômica. 2 ed. São Paulo:
Atlas, 1986. Cap. 4 Os modelos de formação de preços. p.338-59.
Referências (Não se usa mais o termo Referências Bibliográficas é
redundante
COSENZA, Gilse.
Universitárias. Revista Presença Mulher, São Paulo, v. 6, n.
24, p. 6-7, jan./fev./mar., 1993.
GALLIANO, A.
Guilherme. O método científico: teoria e prática. São Paulo:
Harbra, 1986. 200 p.
GOLDENBERG, Mirian.
A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências
Sociais. 2 ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 107 p.
LAKATOS, Eva Maria,
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2 ed,São
Paulo: Atlas, 1991. 231 p. LOI, Isidoro. A mulher. São Paulo:
Jabuti, 1988. 53 p.
MOTT, Maria Lúcia de
Barros. Submissão e resistência: a mulher na luta contra a
escravidão. São Paulo: Contexto, 1988. 86 p.
SAFFIOTI, Heleieth
Iara Bongiovani. A mulher na sociedade de classe: mito e
realidade. Petrópolis: Vozes, 1976. 383 p.
VERA, Armando Asti.Metodologia
da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo, 1976.
Bibliografia Recomendada
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA
DE NORMAS TÉCNICAS. Normas ABNT sobre documentação.Rio de Janeiro,
[198_ ].
BACHELARD, Gaston.
O novo espírito científico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1968. 151 p. (Biblioteca Tempo Universitário, 12).
BARROS, A. J. P.,
LEHFELD, N.A.S.. Fundamentos de metodologia. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1986.
BASTOS, Lília da
Rocha, PAIXÃO, Lyra, FERNANDES, Lucia Monteiro. Manual para
aelaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses e
dissertações. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
BRANDÃO, Carlos
Rodrigues. (org.) Pesquisa participante. 7 ed. São Paulo:
Brasiliense, 1988. 211 p.
CERVO, Amado Luiz,
BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica: para uso dos
estudantes universitários. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1977.
COSTA, Antônio
Fernando Gomes da. Guia para elaboração de relatórios de
pesquisa: monografia. 2 ed. Rio de Janeiro: UNITEC. 1998. 218 p.
DEMO, Pedro.
Metodologia científica em ciência sociais. 2 ed. São Paulo:
Atlas. 1989. 287 p.
DIXON, B. Para que
serve a ciência? São Paulo: Nacional, 1976.
ECO, Umberto. As
formas do conteúdo. São Paulo: Perspectiva, 1974.
FERRARI,
Alfonso Trijillo. Metodologia da ciência. 3 ed.
Rio de Janeiro:
Kennedy, 1974.
GALLIANO, A.
Guilherme. O método científico: teoria e prática. São Paulo:
Harbra, 1986. 200 p.
GOLDENBERG, Mirian.A
arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências
Sociais. 2 ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. 107 p.
GOOD, Willian Josian,
HATT, Paul M. Métodos de pesquisa social. São Paulo:
Nacional, 1977.
GRESSLER, L. A..
Pesquisa educacional. São Paulo: Loyola, 1983.
HARRÉ, R. (org.)
Problemas da revolução científica. Belo Horizonte: Itatiaia,
1976.
IBGE. Normas de
apresentação tabular. Rio de Janeiro, 1979. 22 p. JAPIASSU,
Hilton F.. O mito da neutralidade científica. Rio de Janeiro:
Imago, 1975.
KERLINGER, F. N..
Metodologia das ciências sociais. São Paulo: Edusp, 1980.
KNELLER, G. F.. A
ciência como atividade humana. Rio de Janeiro: Zahar, 1980.
KOURGANOFF, V.. A
pesquisa científica. São Paulo: Difel, 1961.
LAKATOS, Eva Maria,
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 1991. 231 p.
LAMBERT, K., BRITTAN,
G. G.. Introdução à filosofia da ciência. São Paulo: Cultrix,
1972.
LEITE, José Alfredo
Américo. Metodologia da elaboração de teses. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1978.
LÜDKE, Menga, ANDRÉ,
Marli E. D. A.. Pesquisa em educação: abordagens
qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. 99 p.
MORGENBESSER, S.
(org.) Filosofia da ciência. São Paulo: Cultrix, 1975.
NIETZSCHE, Friedrich
Wilhelm. A gaia ciência. São Paulo: Ediouro. s/d. 221 p.
PIAGET, Jean, GARCIA,
Rolando. Psicogênese e história das ciências. Lisboa: Dom
Quixote, 1987. 251 p.
PONTIFÍCIA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO. Normas para apresentação
de teses e dissertações. Rio de Janeiro, Coordenação Central de
Pós-Graduação e Pesquisa - PUC-/RJ.1980.
REY, Luiz.
Planejar e redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgar
Blucher/Fundação
Oswaldo Cruz, 1987.
RICHARDSON, Roberto
Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 1989. 287 p.
RUIZ, João Álvaro.
Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 2 ed.
São Paulo: Atlas, 1988. 183 p.
SALOMON, Délcio
Vieira. Como fazer uma monografia: elementos de metodologia
de trabalhos científicos. Belo Horizonte: Interlivros, 1974.
SALVADOR, Angelo
Domingos. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. Porto
Alegre: Sulina, 1977.
SCHWARTZMAN, Simon.
Ciência, universidade e ideologia. Rio de Janeiro: Zahar,
1981.
SEVERINO, Antonio
Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20 ed. São
Paulo: Cortez, 1996.
THOMPSON, Augusto.
Manual de orientação para o preparo de monografias. Rio de
Janeiro: Forense Universitária, 1987.
UNIVERSIDADE DE SÃO
PAULO. Escola de Comunicação e Artes. Serviço de Biblioteca e
Documentação. Manual de Orientação bibliográfica à pós-graduação.
São Paulo, 1988.
VERA, Armando Asti.
Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo,
1976.
 |
|
7.1 Publicação Periódica e Seriada considerada no todo:
a. título da publicação e subtítulo quando necessário;
b. local de publicação;
c. editor-autor (entidade responsável, se não constar do
título);
d. data (ano) do primeiro volume e, se a publicação cessar,
também o último.
Nota: Para os dois exemplos a seguir, podemos entrar pela entidade e
podemos entrar pelo título.
-
FUNDAÇÃO IBGE. Anuário Estatístico do Brasil. 1985. Rio de
Janeiro, v. 1986.
-
ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL - 1985. Rio de Janeiro,
Fundação IBGE, 1986, v. 46.
-
CULTURA. Brasília, v. 5, n. 17, abr./jan. 1975.
-
CADERNOS DE ARQUITETURA E URBANISMO. Belo Horizonte:
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, 1993 -
Anual.
Publicação Periódica considerada em parte (suplemento,
fascículos, números especiais etc.):
a. título da publicação;
b. título da página, suplemento ou número especial se for o
caso;
c. local de publicação (cidade);
d. indicação do volume, número e data (mês e/ou ano) da
publicação;
e. indicação do tipo de fascículo, suplemento ou número
especial e do editor especial do mesmo (se for o caso).
-
ESTUDOS ECONÔMICOS. Economia e Sociedade no Brasil
Monárquico. São Paulo, IPE/USP, v. 15, 1985. Número
especial.
-
CIÊNCIA E CULTURA. Resumo da 24º REUNIÃO ANUAL DA SBPC, 2 a
8 de julho de 1972. São Paulo, v. 24, n. 6, jun. 1972.
Suplemento.
-
CONJUNTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio
de Janeiro: FGV, v.39, n.9, set. 1994. 135p. Edição
Especial.
-
7.2 ARTIGOS DE PERIÓDICOS:
a. autor(es) do artigo;
b. título do artigo;
c. título do periódico (grifado);
d. local de publicação (cidade);
e. número do volume;
f. número do fascículo;
g. páginas inicial e final do artigo;
h. data (mês e/ou meses, estação em trimestre e ano) do
fascículo.
-
RAPOSO, José Cursino dos Santos. Aspectos Culturais do
Segundo Reinado. Cultura. Brasília, v. 5, n. 17, p. 56-58,
abr./jun., 1975.
-
BUENO, Miguel. Sociologia y Ciencias Sociales. Revista
Mexicana de Sociologia. México, Universidade Autônoma do
México. V. 19, n. 1
7.4 ARTIGOS DE JORNAIS:
a. autor(es) do artigo;
b. título do artigo;
c. título do jornal (grifado);
d. local de publicação (cidade);
e. data (dia, mês, ano);
f. número ou título do caderno, script, suplemento tec.;
g. páginas do artigo;
h. número de ordem da(s) coluna(s).
7.4.1 Artigos de jornal - assinado
-
RAÍCES, Carlos. Política Agrícola, a eliminação de
subsídios. Gazeta Mercantil. São Paulo, v. 69, n. 18.963, p.
19, col. 7-8, 26 out. 1998.
7.4.2 Artigos de jornal - sem autoria
-
PREVISÃO de chuvas nas lavouras brasileiras faz cotações
caírem. Gazeta Mercantil. São Paulo, v. 68, n. 18.963, p.
19, col. 7-8, 26 out. 1988.
7.4.3 Programas de TV e Rádio
a. Tema;
b. Programa;
c. Cidade;
d. Nome da TV;
e. Data completa da apresentação do programa;
f. Nota.
-
BÚFALOS. Globo Rural. Rio de Janeiro: Rede Globo, 22 de
maio, 1994. Programa de TV.
|
|

São documentos obtidos através de suportes eletrônicos, como
disquetes, CDs, base de dados, internet etc.
8.1 BASES DE DADOS: resumos ou abstract de artigos de
periódicos obtidos na base de dados online.
-
HAMIR, N.A. Percloration of toraces aorta in a dog
associated with spirocerca lupi infection. [on line].
Australian Veterinary Journal. Papua Nova Guiné, v. 61, n.
2, 1984 [citado em 18.09.98] Acesso n. 842244090. Disponível
no CAB Abstracts, 1984-1986
8.2
ANAIS DE CONGRESSO:
-
FERREIRA, P. Un project dureautique multimedia et le service
dárchivage eletronique multimedia. In: CONGRESSO NACIOAL DE
INFORMÁTICA, 18. São Paulo: SUCESU, 1985. Anais... v. 1,
p.473-485. Referência obtida via base de dados INFO BRASIL
CELEPAR, 1994.
8.3
DISSERTAÇÕES E TESES ELETRÔNICAS:
-
LUO, J. Gateroad design in overlyng multisea mines [on line].
Blacksburg, 1997 [citado em 16.08.98] Dissertation (Master
in Science in Mining anl Mineral Engenieering) Disponível na
internet: http://wwwscholar.lib.vtedu/theses/public/etd-225.01128407
8.4
CD-ROM:
-
ALEIXADINHO. In: ALMANAQUE ABRIL: sua fonte de pesquisa. São
Paulo: Abril, 1996. CD-ROM
-
RAMALHO, J. A. A. HTML Avançado: exemplos, programas
shareware e freeware e mais! São Paulo: Makron Books, 1997.
1 CD-ROOM 649 arquivos, 23.541.130 bytes.
8.5 LISTA DE DISCUSSÃO:
Serviço que permite o intercâmbio de mensagens entre vários
usuários. É usada como meio de comunicação entre pessoas
interessadas em discutir temas específicos.
-
PARKER, E. Re: Citing Eletronic Journals. In: PAES – L (Public
Access Computer System Forum) [on line]. Houston: University
of Houston Librarics, 24 nov., 1989, 13:29:35 Est. [cited 1
January 1995, 16:13 EST]. Avaiable from Internet: <telnet://bruscr@aemi.org>
-
ANTUNES FILHO, José Gilberto (antunesj@imaginet.fr).
Metadata 27 maio 1998. Disponível na Internet via lista
(bib-virtual@ibict.br)
8.6 MENSAGEM OBTIDA VIA INTERNET:
-
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Biblioteca
Setorial de Matemática (bibmat@mat.ufrgs.br) cópia 03 jan.
1996. E-mail para Maria Dirce Botelho de Souza
(sedoc@ipardes.gov.br)
8.7 ARTIGO DE REVISTA ELETRÔNICA:
-
PETRINI, M. Sistemas de Informações, Inteligência e
Criatividade. READ – Revista Eletrônica de Administração.
Porto Alegre: UFRGS/EA/PPGA v.4, n.1, jul. 1997 (Home Page
Biblioteca Gladis W. do Amaral)
8.8 FITA
DE VÍDEO (VIDEOTAPE):
fita magnética para gravação em videotape.
-
FRAGOHENI, A. H. Dicionário Enciclopédico de Informática.
São Paulo: Nobel, 1986.
-
VALOIS, G. Computer Dreams. Los Angeles: MPI Home Video,
1989. 1 fita de vídeo, 58 min.
8.9
ENTREVISTA GRAVADA:
-
SILVA, L. da. Luís Inácio Lula da Silva: depoimento [abr.
1991]. Entrevistadores V. Tremel e M. Garcia. São Paulo:
SENAI/SP. 1991. 2 fitas K7 (120 min) ¾ pps stereo.
Entrevista concedida ao Projeto Memória do SENAI – SP.
8.10
DISQUETE:
-
JOHNSTON, Jack; DINARCO, John. Econometric methods. 4 ed.
New York: Mcgraw-Hill, 1997. Disquete. 1 disquete de 3 ½ .
Para uso em PC.
8.11
PROGRAMA DE COMPUTADOR:
-
MICROSOFT. Access 2 for Windows. São Paulo, 1994. Disquete 3
½, 7 arquivos, 747.808 bytes. Banco de Dados.
8.12
E-MAIL:
-
RASSIF, Maria (bceref@music.pucrs.br). Envio de Teses para
Instituições de Origem. 13 jul. 1998. Enviado às 12h48min.
Mensagem para: Ainos Holding (ainos@munic.pucrs.br).
|
|

-
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – Rio de Janeiro,
1987 – 2000. Várias normas.
-
GUSMÃO, Heloísa Rios ; SOUZA, Eliana da Silva. Como
Normatizar Trabalhos Técnico-Científicos: Instrução
Programada. 2 ed. Niterói: Editora da Universidade Federal
Fluminense, 1996.
-
NORMAS para publicação da UNESP. São Paulo: Editora da
Universidade Estadual Paulista, 1994 v. 2. Referências
Bibliográficas.
-
MANUAL de normatização de trabalhos técnico-científicos e
culturais. Petrópolis: Vozes, 1994.
-
BONILHA, Juliana Zart. Instruções para Apresentação de
Trabalhos. Porto Alegre: Escola de Engenharia. Biblioteca.
1996 (Textos Didáticos de Engenharia).
-
LEHNEIN, Helena Osório ; MACEDO, Lara Ferreira de. Normas
para Elaboração de Referências Bibliográficas de Acordo com
a NBN 6023. Porto Alegre
|
|
ANEXO A - ABREVIATURA DOS MESES
|
Português |
Espanhol |
Italiano |
|
janeiro – jan. |
enero – ene. |
gennaio – gen. |
|
fevereiro – fev. |
febrero – feb. |
febbraio – feb |
|
março – mar. |
marzo – mar. |
marzo – mar. |
|
abril – abr. |
abril – abr. |
aprile – apr. |
|
maio - maio |
mayo – mayo |
maggio – mag. |
|
junho – jun. |
junio – jun. |
giugno – giug |
|
julho – jul. |
julio – jul. |
giuglio – giugl. |
|
agosto – ago. |
agosto – ago. |
agosto – ago. |
|
setembro – set. |
septiembre – set. |
settembre – set. |
|
outubro – out. |
octubre – oct. |
ottobre – ott. |
|
novembro – nov. |
noviembre – nov. |
novembre – nov. |
|
dezembro - dez |
diciembre – dic. |
decembre – dec. |
|
|
|
dicembre – dic. |
|
Francês |
Inglês |
Alemão |
|
janvier – jan. |
january – jan. |
januar – jan. |
|
février – fév. |
february – fev. |
februar – feb. |
|
mars – mars |
march – mar. |
märz – märz |
|
avril – avr. |
april – apr. |
april – apr. |
|
mai – mai |
may – may. |
mai – mai |
|
juin – juin |
june – june |
juni – juni |
|
juillet – juil. |
july – july |
juli – juli |
|
aoüt - aoüt |
august – aug. |
augus – aug. |
|
septembre – sep. |
september – sept. |
september – sept. |
|
octobre – oct. |
october – oct. |
oktober – okt. |
|
novembre – nov. |
november – nov. |
november – nov. |
|
décembre – dec. |
december – dec. |
dezember – dez. |
ANEXO
B -
ILUSTRAÇÕES (TABELAS, GRÁFICOS, FIGURAS, QUADROS ETC.)
Tabelas
As tabelas servem para racionalizar e uniformizar a apresentação de
dados e análise de informações estatísticas.
As tabelas devem ter sempre que possível significação própria, isto
é, devem prescindir de consulta.
A estrutura da tabela é constituída de traços (retas
perpendiculares), é delimitada em sua parte superior e na parte
inferior por traços horizontais paralelos.
Não delimitar (fechar) por traços verticais os extremos da tabela à
direita e à esquerda.
O título precede a tabela.
A fonte, as notas situam-se ao pé da tabela.
Quando uma tabela ocupar mais páginas, as notas devem ser colocadas
na última página.
Quando uma tabela ocupar mais de uma página, não será delimitada na
parte inferior, repetindo-se o cabeçalho.
Exemplo:
|
Tabela 1 |
Produção de milho segundo as unidades da Federação 1999 |
|
Unidades da Federação |
Produção |
|
Absoluta |
Relativa (% Brasil) |
|
São Paulo |
18.480.373 |
|
|
Paraná |
15.908.253 |
|
|
Minas Gerais |
11.238.455 |
|
|
Rio Grande do Sul |
08.050.555 |
|
|
Outros |
8.000.052 |
|
|
Brasil |
90.000.000 |
100 |
|
Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística, p. 50
Nota: Esta tabela é fictícia, serve só para exemplo.
|
Figuras, gráficos, quadros
-
São as imagens visuais extensivas ao texto, como mapas,
fotografias, esquemas, gráficos, diagramas.
-
Devem ser numerados seqüencialmente ao longo do texto,
independente do tipo.
-
Deve sempre ter fonte de onde foi extraído a ilustração.
|
|

O uso de termos em latim, assim como palavras e citações de outra
língua são escritos em minúsculas, com exceção de nomes
próprios, e todas (citações em latim e estrangeiras) em itálico.
-
Palavras e expressões latinas são muito utilizadas em
pesquisas e têm significados diferentes e ações que ajudam
na estética e compreensão do trabalho.
apud: Significa "citado por". Nas
citações é utilizada para informar que o que foi transcrito
de uma obra de um determinado autor, na verdade pertence a
um outro.
Ex:
(Napoleão apud Loi), ou seja, Napoleão citado por Loi.
et al. ou (et alli): Significa "e
outros". Utilizado quando a obra foi executada (escrita)
por muitos autores.
Ex: Numa obra escrita por Helena Schim, Maria Cecília
Rubinger de Ottoni e Rosana Veloso Montanari escreve-se:
SCHURM, Helena et al.
Ibid ou ibdem: Significa
"Na mesma obra". Utilizado quando a
obra já foi citada na mesma lauda (página) e é novamente
citado, neste caso, se descarta a repetencia e cita-se
ibdem ou ibid
idem ou id:
Significa: "igual a anterior". Significa que o
elemento, ou elementos citados são iguais
in: Significa "em". Usado quando
citamos obras ou autores na pesquisa ou trabalho.
ipsis litteris: Significa
"pelas mesmas letras", "literalmente". Utiliza-se para
expressar que o texto foi transcrito com fidelidade, mesmo
que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente
escrita com erros de linguagem.
ipsis verbis: Significa "pelas mesmas
palavras", "textualmente". Utiliza-se da
mesma forma que ipsis litteris ou sic.
opus citatum ou op.cit.:
Significa "obra citada". Utilizada para evitar
repetência de autor e obra na mesma lauda do trabalho.
passim: Significa "aqui e ali". É
utilizada quando a citação se repete em mais de um trecho da
obra.
sic: Significa "assim".
Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou
ipsis verbis.
supra: Significa "acima",
referindo-se a nota imediatamente anterior.
|

1 -
Revisão de Literatura
Muitos livros são
escritos sobre a questão dos métodos de pesquisas; entre eles
destacamos:
VERA, Armando Asti.
Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo,
1976.
Livro tradicional,
que apresenta em forma discursiva, os métodos científicos. É um dos
livros escritos por um professor de Filosofia da Ciência da
Universidade Nacional de Buenos Aires. O objetivo principal deste
livro "é a exposição e análise crítica do significado e dos
limites dos métodos e técnicas atuais de investigação" (Vera,
1976: 1). Note-se que este livro foi escrito em 1973.
De qualquer forma é
um livro simples e de fácil entendimento para os cursos de
graduação.
BACHELARD, Gaston.
O novo espírito científico. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro,
1968. 151 p. (Biblioteca Tempo Universitário, 12).
Livro mais complexo
sobre Filosofia das Ciências. Este livro é mais indicado para os
cursos de pós graduação ou ao de graduação em Filosofia.
GALLIANO, A.
Guilherme. O método científico: teoria e prática. São Paulo:
Harbra, 1986. p. 200
Este livro pode ser
dividido em uma parte teórica e outra prática; é um livro próximo do
elaborado por Asti Vera, sendo que um pouco mais valorizado nas
questões práticas da Metodologia Científica.
É um excelente livro
para os cursos de graduação e oferece alguns capítulos que ajudam no
aproveitamento da leitura e técnicas de redação.
Apresenta também um glossário, que ajuda aos alunos a compreenderem
os termos referentes à Metodologia Científica.
BASTOS, Lília da
Rocha, PAIXÃO, Lyra, FERNANDES, Lucia Monteiro. Manual para a
elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses e
dissertações. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
É um livro
fundamentalmente prático. As três professoras da Universidade
Federal do Rio de Janeiro propuseram-se a realizar uma obra em
estilo de manual, baseando-se nos modelos americanos existentes. É
também um bom livro no que se refere às questões práticas. Traz no
seu bojo as regras de Referências Bibliográficas da ABNT. No
entanto, deve-se tomar cuidado, já que a primeira edição do Manual é
do ano de 1979 e as regras foram alteradas no ano de 1989.
GOLDENBERG, Mirian.
A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em
Ciências Sociais. 2 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997. 107 p.
É um livro dedicado à
pesquisa qualitativa em Ciência Social. É um livro limitado no seu
contexto mais geral., já que não amplia as abordagens tratadas. No
entanto, é passível de consulta, podendo ser útil numa consulta de
termos e aspectos teóricos em qualquer área.

2 -
Justificativa
A justificativa traz aquilo que
se pretende com o trabalho e precisa estar ligado ao tema escolhido,
numa espécie de link aos seus objetivos propostos. É a parte
importante que argumenta o porquê da pesquisa, sua necessidade,
importância e aplicabilidade. Jamais pode trazer palavras de difícel
mensuração; avaliação e conceito, portanto, evite incluir nesse
tópico adjetivos sentimentalistas que têm significados diferentes às
pessoas. Estamos nos referindo, por exemplo a termos do tipo: amor,
felicidade, beleza etc.
Obs:
Realizada a Revisão
de Literatura, podemos notar que quase todas as obras tratam a
questão da Metodologia Científica no seu sentido teórico. A partir
daí notamos, por conseqüência, a necessidade de realizarmos uma obra
que oriente os alunos na confecção de trabalhos de sala de aula.
A presente obra procura não dificultar as questões que envolvem a
elaboração de um projeto e o relatório da pesquisa, portanto, pode
ser entendida como uma facilitadora da aprendizagem, onde os alunos
poderão consultar, a qualquer hora, para suprimir suas dúvidas
quanto aos procedimentos, técnicas e normas de pesquisa.
É um trabalho realizado especificamente para alunos dos cursos de
graduação, se bem que possa ser utilizado pelos dos cursos de
pós-graduação. Pela sua simplicidade e pela sua intenção de ser um
trabalho direto e objetivo, torna-se uma obra de real importância.
Podemos dizer também que trata-se de uma obra singular na literatura
sobre Metodologia Científica, embora não concludente e passível de
revisão e ampliação.

3 - Objetivos
(São os passos de seu trabalho e devem iniciar com um verbo no
infinitivo que pode ser de natureza comportamental, explicativo,
informativo, educativo etc.).
- Oferecer aos alunos
dos cursos de graduação um material concreto de consulta para
elaboração de projetos e relatórios de pesquisa.
- Mostrar para nossos
clientes como trabalhamos.
- Facilitar a
aprendizagem dos alunos dos cursos de graduação.
- Esclarecer as
regras e as normas estipuladas pela ABNT, para elaboração de
projetos e relatórios de pesquisa.

6.1 -
Escolha do Tema
Existem
dois fatores principais que interferem na escolha de um tema para o
trabalho de pesquisa:
6.1.1 - Fatores
internos
- Afetividade em
relação a um tema ou alto grau de interesse pessoal.
- Tempo disponível
para a realização do trabalho de pesquisa.
- O limite das
capacidades do pesquisador em relação ao tema pretendido.
6.1.2 - Fatores
Externos
- A significação do
tema escolhido, sua novidade, sua oportunidade e seus valores
acadêmicos e sociais.
- O limite de tempo
disponível para a conclusão do trabalho.
- Material de
consulta e dados necessários ao pesquisador
6.2 - Levantamento ou Revisão de Literatura
O Levantamento de
Literatura é a localização e obtenção de documentos para avaliar a
disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de
pesquisa.
Este levantamento é
realizado junto às bibliotecas ou serviços de informações
existentes.
6.2.1 - Sugestões
para o Levantamento de Literatura
6.2.1.1 – Locais de
coletas
Determine com
antecedência que bibliotecas, agências governamentais ou
particulares, instituições, indivíduos ou acervos deverão ser
procurados.
6.2.1.2 – Registro de
documentos
Esteja preparado para
copiar os documentos, seja através de xerox, fotografias ou outro
meio qualquer.
6.2.1.3 – Organização
Separe os documentos
recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa.
O levantamento de
literatura pode ser determinado em dois níveis
a - Nível geral do
tema a ser tratado.
Relação de todas as
obras ou documentos sobre o assunto.
b - Nível específico
a ser tratado.
Relação somente das
obras ou documentos que contenham dados referentes à especificidade
do tema a ser tratado.

6.3 -
Problema
O problema é a mola
propulsora de todo o trabalho de pesquisa. Depois de definido o
tema, levanta-se uma questão para ser respondida através de uma
hipótese, que será confirmada ou negada através do trabalho de
pesquisa.

6.4 - Hipótese
Hipótese é sinônimo
de suposição. Neste sentido, hipótese é uma afirmação categórica
(uma suposição), que tente responder ao problema levantado no tema
escolhido para pesquisa.
O trabalho de
pesquisa, então, irá confirmar ou negar a hipótese (ou suposição)
levantada.
6.5 - Justificativa
A justificativa num
projeto de pesquisa, como o próprio nome indica, é o convencimento
de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. O tema
escolhido pelo pesquisador e a hipótese levantada são de suma
importância, para a sociedade ou para alguns indivíduos, de ser
comprovada.
Deve-se tomar o
cuidado, na elaboração da justificativa, de não se tentar justificar
a hipótese levantada, ou seja: tentar responder ou concluir o que
vai ser buscado no trabalho de pesquisa. A justificativa exalta a
importância do tema a ser estudado, ou justifica a necessidade
imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento.
A
justificativa é onde estão contidos os elementos que te levaram a
realizar tal trabalho e o termo bastante importante, porque é aí que
você pretende "justificar" por que sua pesquisa é muito
importante. Neste caso, evite usar palavras que não possam ser
mensuradas, tipo: felicidade, amor, vida, satisfação etc, palavras
que têm interpretações distintas para muitos.
6.6 - Objetivos
A definição dos
objetivos determina o que o pesquisador quer atingir com a
realização do trabalho de pesquisa. Objetivo é sinônimo de meta,
fim.
Os objetivos podem ser separados em Objetivos Gerais e Objetivos
Específicos.

6.7 -
Metodologia
A Metodologia é a
explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação
desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa.
É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado
(questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de
pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e
tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no
trabalho de pesquisa.
É a forma de
direcionamento que será dada às ações na pesquisa. As ferramentas
utilizadas pelo pesquisador na busca pelas informações para o
direcionamento do trabalho. Geralmente são montados nos pilares do
tipo:
quali-quantitativo: quando
se prioriza a qualidade à quantidade e faz referências sobre números
de objetos pesquisados necessários para a coleta das informações.
Usa-se instrumentos do tipo: entrevista, questionários, formulários
e demais bancos de dados.
quantitativo: faz referência
apenas a quantidade.
qualitativo: busca o fator
da qualidade.
descritivo: e feita a
descrição por meio da instrumentalização e riqueza de detalhes,
capturados pela observação e visita no lócus da pesquisa.
analítico: busca analisar
diferentes pontos de vista, idéias e opiniões.
interpretativo: faz uma
análise mais específica através das idéias pesquisadas cruzando
estas informações com idéias dos autores consultados, numa espécie
de cruzamento de informação.
histórico-crítico: o
levantamento das informações no espaço em relação as aspectos
históricos evolucionais, fazendo análises com os atuais aspectos e
direcionamentos dados aos assuntos pesquisados em relação a
contextualidade.
científica tem caráter científico; são materiais obtidos nas
investigações e seleções
técnica-científica uso de diversos instrumentos técnicos como
peças, maquinarias e demais
objetos
interpretativa através do uso de textos e coletas de dados que
são analisados
investigativa toda pesquisa é investigativa
seleção de materiais
São as técnicas utilizadas na busca
das informações ~, seleção de materiais, filtragem e tabulações dos
conteúdos obtidos na investigação e pesquisa

6.8 -
Esquema do
Trabalho
O Esquema do Trabalho
guia o pesquisador na elaboração do texto final.
Este Esquema é um esboço, podendo ser totalmente alterado durante o
desenvolvimento do trabalho.
Depois de concluída a
pesquisa, este Esquema irá se tornar o Sumário do trabalho final.
Exemplo:
Título:Educação da
Mulher: a perpetuação da injustiça

5.1 -
Questionário
- O Questionário,
numa pesquisa, é um instrumento ou programa de coleta de dados. Se
sua confecção é feita pelo pesquisador, seu preenchimento é
realizado pelo informante.
- A linguagem
utilizada no questionário deve ser simples e direta para que o
respondente compreenda com clareza o que está sendo perguntado. Não
é recomendado o uso de gírias, a não ser que se faça necessário por
necessidade de características de linguagem do grupo (grupo de
surfistas, por exemplo)
- Todo questionário a
ser enviado deve passar por uma etapa de pré-teste, num universo
reduzido, para que se possam corrigir eventuais erros de formulação.
5.1.1 - Conteúdo de
um questionário:
5.1.1.1 – Carta
Explicação
A Carta Explicação
deve conter:
– A proposta da
pesquisa;
– Instruções de
preenchimento;
– Instruções para
devolução;
– Incentivo para o
preenchimento e;
- Agradecimento.
5.1.1.2 – Itens de
Identificação do Respondente
- Para que as
respostas possam ter maior significação é interessante não
identificar diretamente o respondente com perguntas do tipo NOME,
ENDEREÇO, TELEFONE etc., a não ser que haja extrema necessidade,
como para selecionar alguns questionários para uma posterior
entrevista (trataremos das técnicas de entrevistas posteriormente).
A criação dos itens
formulário segue as regras abaixo.
5.1.1.3 – Itens sobre
as questões a serem pesquisadas.
5.1.1.3.1 –
Formulário de itens sim-não, certo-errado e verdadeiro-falso;
(questões fechadas)
Ex.: Trabalha? (
) Sim ( ) Não
5.1.1.3.2 – Respostas
livres, abertas ou curtas;
Ex.: Bairro onde
mora: ______________________________
5.1.1.3.3 –
Formulário de múltipla escolha;
Ex.: Renda Familiar:
( ) Menos de 1
salário mínimo
( ) 1 a 3 salários
mínimos
( ) 4 a 6 salários
mínimos
( ) 7 a 11 salários
mínimos
( ) Mais de 11
salários mínimos
5.1.1.3.4 – Questões
mistas.
Ex.: Quem financia
seus estudos?
( ) Pai ou mãe
( ) Outro parente
( ) Outra pessoa
( ) O próprio aluno
Outro: _____________________________________

5.2 -
Entrevista
Observações iniciais:
- É necessário ter um
plano para a entrevista para que no momento em que ela esteja sendo
realizada as informações necessárias não deixem de ser colhidas.
- As entrevistas
podem ter o caráter exploratório ou ser de coleta de informações. Se
a de caráter exploratório é relativamente estruturada, a de coleta
de informações é altamente estruturada.
5.2.1 - Sugestões de
planejamento para se realizar uma entrevista
5.2.1.1 – Quem deve
ser entrevistado
Procure selecionar
pessoas que realmente têm o conhecimento necessário para satisfazer
suas necessidades de informação.
5.2.1.2 – Plano da
entrevista e questões a serem perguntadas
Prepare com
antecedência as perguntas a serem feitas ao entrevistado e a ordem
em que elas devem acontecer.
5.2.1.3 – Pré-teste
Procure realizar uma
entrevista com alguém que poderá fazer uma crítica de sua postura
antes de se encontrar com o entrevistado de sua escolha.
5.2.1.4 – Diante do
entrevistado
- Estabeleça uma
relação amistosa e não trave um debate de idéias.
- Não demonstre insegurança ou admiração excessiva diante do
entrevistado para que isto não venha prejudicar a relação entre
entrevistador e entrevistado.
- Deixe que as
questões surjam naturalmente, evitando que a entrevista assuma um
caráter de uma inquisição ou de um interrogatório policial, ou ainda
que a entrevista se torne um "questionário oral"
- Seja objetivo, já
que entrevistas muito longas podem se tornar cansativas para o
entrevistado.
- Procure encorajar o
entrevistado para as respostas, evitando que ele se sinta falando
sozinho.
- Vá anotando as
informações do entrevistado, sem deixar que ele fique esperando sua
próxima indagação, enquanto você escreve.
- Caso use um
gravador, não deixe de pedir sua permissão para tal. Lembramos que o
uso do
5.2.1.5 – Relatório
Mesmo tendo gravado
procure fazer um relatório o mais cedo possível.
5.3 - Observação
5.3.1 - Sugestões
para uma observação satisfatória
5.3.1.1 –
Conhecimento prévio do que observar
Antes de iniciar o
processo de observação, procure examinar o local.
Determine que tipo de fenômenos merecerão registros.
5.3.1.2 –
Planejamento de um método de registro
Crie, com
antecedência, uma espécie de lista ou mapa de registro de fenômenos.
Procure estipular algumas categorias dignas de observação.
5.3.1.3 – Fenômenos
não esperados
Esteja preparado para
o registro de fenômenos que surjam durante a observação, que não
eram esperados no seu planejamento.
5.3.1.4 – Registro
fotográfico ou vídeo
Para realizar
registros iconográficos (fotografias,. filmes, vídeos etc.), caso o
objeto de sua observação sejam indivíduos ou grupos de pessoas,
prepare-os para tal ação. Eles não devem ser pegos de surpresa.
5.3.1.5 – Relatório
Procure fazer um
relatório o mais cedo possível.
5.4 - Análise de Conteúdo
Os documentos como
fonte de pesquisa podem ser primárias ou secundárias.
As fontes primárias são os documentos que gerarão análises para
posterior criação de informações. Podem ser decretos oficiais,
fotografias, cartas, artigos etc.
As fontes secundárias
são as obras nas quais as informações já foram elaboradas (livros,
apostilas, teses, monografias, etc. , por exemplo).
Sugestões para
análise de documentos:
a - Locais de
coletas:
- Determine com
antecedência que bibliotecas, agências governamentais ou
particulares, instituições, indivíduos ou acervos deverão ser
procurados.
b - Registro de
documentos:
- Esteja preparado
para copiar os documentos, seja através de xerox, fotografias ou
outro meio qualquer.
c - Organização:
- Separe os
documentos recolhidos de acordo com os critérios de sua pesquisa.

5.4.1 -
A Internet
A Internet representa
uma novidade nos meios de pesquisa. Trata-se de uma rede mundial de
comunicação via computador, onde as informações são trocadas
livremente entre todos.
Sem dúvida, a
Internet representa uma revolução no que concerne à troca de
informação. A partir dela, todos podem informar a todos. Mas, se ela
pode facilitar a busca e a coleta de dados, ao mesmo tempo oferece
alguns perigos; na verdade, as informações passadas por essa rede
não têm critérios de manutenção de qualidade da informação.
Explicando melhor:
qualquer um pode colocar sua "Homepage" (ou sua Página) na rede.
Vamos supor que um indivíduo coloque sua página na "net" (rede) e o
objetivo desta página seja falar sobre a História do Brasil: ele
pode perfeitamente, sem que ninguém o impeça, dizer que o Brasil foi
descoberto "por Diogo da Silva, no ano de 1325". Sendo
assim, devemos levar em conta que toda e qualquer informação colhida
na Internet deverá ser confirmada antes de divulgada.
PIMENTEL, Marcos
Eduardo Costa. Normas da ABNT: Estrutura de Apresentação do
Trabalho. In: Mepel DIGITUS, 2001.<http://www.trabalhosprontos.com
acessado em 12/02/1999>

5.4.2 – Fichamentos
O Fichamento é uma
parte importante na organização para a efetivação da pesquisa de
documentos. Ele permite um fácil acesso aos dados fundamentais para
a conclusão do trabalho.
Os registros e a
organização das fichas dependerá da capacidade de organização de
cada um. Os registros não são feitas necessariamente nas
tradicionais folhas pequenas de cartolina pautada. Pode ser feita em
folhas de papel comum ou, mais modernamente, em qualquer programa de
banco de dados de um computador. O importante é que elas estejam bem
organizadas e de acesso fácil para que os dados não se percam.
Existem três tipos
básicos de fichamentos: o fichamento bibliográfico, o fichamento de
resumo ou conteúdo e o fichamento de citações.
5.4.2.1 - Ficha
Bibliográfica:
é a descrição, com comentários, dos tópicos abordados em uma obra
inteira ou parte dela
Exemplo:
|
|
|
|
Educação da
Mulher: a Perpetuação da Injustiça
(1) |
|
Histórico do
Papel da Mulher na Sociedade (2) |
.........................................................................................
(3) |
2. (4) |
|
TELES, Maria
Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil.
São Paulo: Brasiliense, 1993. 181 p.(Tudo é História, 145)
Insere-se no
campo do estudo da História e da Antropologia Social. A
autora se utiliza de fontes secundárias, colhidas através de
livros, revistas e depoimentos. A abordagem é descritiva e
analítica. Aborda os aspectos históricos da condição
feminina no Brasil a partir do ano 1500 de nossa era. Além
da evolução histórica da condição feminina, a autora
desenvolve alguns tópicos específicos da luta das mulheres
pela condição cidadã. Conclui fazendo uma análise de cada
etapa da evolução histórica feminina, deixando expressa sua
contradição ao movimento pós-feminista, principalmente às
idéias de Camile Paglia. No final da obra faz algumas
indicações de leituras sobre o tema Mulher.
(5) |
|

FICHAMENTO DO AUTOR E DA OBRA
|
|
:TEMA-
Exemplo:METODOLOGIA DO ENSINO
.: Do autor
-
:: Educação Pré-Escolar
-
SOUZA, Paulo N.P – Piaget e
a Pré-escola, SP, Pioneira, 1983, 180 p.
-
:: Sumário: Este
livro contém:
.: Importância da Ed. Pré-Escolar (p.9)
.: Objetivos (p.15)
cont...
-
-
:: Justificativa - A
educação pré-escolar é necessária pelos
seguintes motivos:
-
.: a criança de 4 a 6 anos
precisa de estimulação para que se desenvolva.
(Paulo N.P.Souza, Piaget e a Pré-Escola – p.9)
.: no mundo atual a mulher é
chamada a colaborar no trabalho fora de casa e
precisa deixar a criança na escola. (Gilda Rizzo
– Ed. Pré-Escolar – p.9)
:: Da obra
IMPORTANTE!!!
:: Leia o texto do
começo ao fim, localizando e anotando à margem ou
em papel à parte, para fins de fichamentos, os
dados acima em negrito.
:: Utilize quantas fichas forem necessárias.
|
.: Conceito =
"é ", o que significa "consiste em";
.:
Características = o que marca mais em si;
Importante = porque, na medida que, visto
que...
.:
Objetivos: para que, visa a.., busca a;
.:
Determinantes = é o que determina, o que
leva em conta,o que leva em consideração. |
1::. Conceito
: Método é o
meio que se usa para fazer com que o homem se
relacione de forma mais adequada com o mundo
natural e com o mundo cultural.
.: Método de
Ensino: ação educativa da transformação
consciente e racional, socioeconômica e política
da sociedade.
2::. Caracterização
do método de ensino
.: Finalidade de
atingir um projeto pré-estabelecido - > processo
ordenado, uma integração do pensamento e da ação.
.: Reação
(imprescindível exigindo planejamento e
replanejamento)
3::. Importância do
método
.; Transmissão e
assimilação cognitiva de forma coerente;
.: Organização de
acordo com a realidade do educando.
4::. Objetivos do
método:
Motivar e orientar o educando
para assimilação do saber veiculado no processo
escolar e na relação com os meios: natural,
cultural, socioeconômico, etc.
|
|
|
Observação:
Neste e nos outros exemplos de Fichas os números entre parêteses
representam o que está explicado abaixo:
(1)
- Título do trabalho (conforme expresso no item 4.8)
(2)
- Seção primária do trabalho (conforme expresso no item 4.8).
(3)
- Seção secundária e terciária do trabalho (se houver e conforme
expresso no item 4.8).
(4)
- Numeração do item a que se refere o fichamento (conforme expresso
no item 4.8).
(5)
- Comentários ou anotações do pesquisador sobre a obra registrada.
5.4.2.2 - Ficha de
Resumo ou Conteúdo:
é uma síntese das principais idéias contidas na obra. O pesquisador
elabora esta síntese com suas próprias palavras, não sendo
necessário seguir a estrutura da obra.
Exemplo:
|
|
|
|
Educação da
Mulher: a Perpetuação da Injustiça
(1) |
|
Histórico do
Papel da Mulher na Sociedade (2) |
.........................................................................................
(3) |
2. (4) |
|
TELES, Maria
Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil.
São Paulo: Brasiliense, 1993. 181 p.(Tudo é História, 145)
O trabalho da
autora baseia-se em análise de textos e na sua própria
vivência nos movimentos feministas, como um relato de uma
prática.
A autora divide seu texto em fases históricas compreendidas
entre Brasil Colônia (1500-1822), Império (1822-1889),
República (1889-1930), Segunda República (1930-1964),
Terceira República e o Golpe (1964-1985), o ano de 1968, Ano
Internacional da Mulher (1975), além de analisar a
influência externa nos movimentos feministas no Brasil. Em
cada um desses períodos é lembrado os nomes das mulheres que
mais se sobressaíram e suas atuações nas lutas pela
libertação da mulher.
A autora trabalha ainda assuntos como as mulheres da
periferia de São Paulo, a participação das mulheres na luta
armada, a luta por creches, violência, participação das
mulheres na vida sindical e greves, o trabalho rural, saúde,
sexualidade e encontros feministas.Depois de suas conclusões
onde, entre outros assuntos tratados, faz uma crítica ao
pós-feminismo defendido por Camile Paglia, indica alguns
livros para leitura. (5) |
|
|
|
|
Observação:
Existem dois tipos de resumos:
a) Informativo:
são as informações específicas contidas no documento. Nesta ficha
pode-se relatar sobre objetivos, métodos, resultados e conclusões.
Sua precisão pode substituir a leitura do documento original.
b) Indicativo: são descrições gerais do documento, sem entrar
em detalhes da obra analisada (o exemplo acima se refere a um resumo
indicativo).
5.4.2.3 - Ficha de
Citações:
é a reprodução fiel das frases que se pretende usar como citação na
redação do trabalho.
Exemplo:
|
|
|
|
Educação da
Mulher: a Perpetuação da Injustiça
(1) |
|
Histórico do
Papel da Mulher na Sociedade (2) |
.........................................................................................
(3) |
2. (4) |
|
TELES, Maria
Amélia de Almeida. Breve história do feminismo no Brasil.
São Paulo: Brasiliense, 1993. 181 p.(Tudo é História, 145)
"Uma das
primeiras feministas do Brasil, Nísia Floresta Brasileira
Augusta, defendeu a abolição da escravatura, ao lado de
propostas como a educação e a emancipação da mulher e a
instauração da República." (p. 30)
“Sou neta, sobrinha e irmã de general” (...) “Aqui nesta
casa foi fundada a Camde. Meu irmão, Antônio Mendonça
Molina, vinha trabalhando há muito tempo no Serviço Secreto
do Exército contra os comunistas. Nesse dia, 12 de junho de
1962, eu tinha reunido aqui alguns vizinhos, 22 famílias ao
todo. Era parte de um trabalho meu para a paróquia Nossa
Senhora da Paz. Nesse dia o vigário disse assim: ‘Mas a
coisa está preta. Isso tudo não adianta nada porque a coisa
está muito ruim e eu acho que se as mulheres não se meterem,
nós estaremos perdidos. A mulher deve ser obediente. Ela é
intuitiva, enquanto o homem é objetivo’.” (Amélia Molina
Bastos apud Teles, p. 54)
"Na Justiça brasileira, é comum os assassinos de mulheres
serem absolvidos sob a alegação de defesa de honra." (p.
132) (5) |

ESTRUTURA DE UM TRABALHO
- capa (*)
- folha de rosto
- dedicatória (*)
optativo
- agradecimentos (*)
optativo
]- epígrafe (*)
optativo
- sumário
- texto. introdução
. desenvolvimento
. conclusão
- anexos ou apêndices
(*)
- referências
bibliográficas
- glossário (*)
(*) - Elementos
adicionados de acordo com as necessidades (opcionais). O demais
elementos são obrigatórios.
Modelo de estrutura
de um trabalho completo:

6.1 - Capa
Deve conter:
- Nome do autor (na
margem superior)
- Título do trabalho
(mais ou menos centralizado na folha)
- Instituição onde o
trabalho foi executado (na margem inferior)
- Cidade e ano de
conclusão do trabalho (na margem inferior)
OBS.: A Associação
Brasileira de Normas Técnicas não determina a disposição destes
dados na folha. Esta distribuição deve ser definida pelo professor
ou pela Instituição, para uniformização de seus trabalhos
acadêmicos.

6.2 -
Folha de Rosto
Deve conter:
- As mesmas
informações contidas na Capa
- As informações
essenciais da origem do trabalho
Exemplos de
informações essenciais sobre a origem do trabalho:
Trabalho apresentado
para avaliação do rendimento escolar na disciplina de Metodologia
Científica, do curso de Pedagogia, da Universidade Federal do Rio de
Janeiro, ministrada pelo prof. João da Silva.
Monografia
apresentada como pré-requisito de conclusão do curso de Pedagogia,
da Universidade Federal do Espírito Santo, tendo como orientadora a
profa Maria da Silva.
Dissertação de
Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação, do
Centro Pedagógico, da Universidade Federal do Espírito Santo, como
pré-requisito de conclusão do curso de Mestrado em Educação, tendo
como orientadora a profa Isa Chiabai.

6.3 -
Dedicatória
- Tem a finalidade de
se dedicar o trabalho a alguém, como uma homenagem de gratidão
especial. Este item é dispensável.
6.4 -
Agradecimento
- É a revelação de
gratidão àqueles que contribuíram na elaboração do trabalho. Também
é um item dispensável.

6.5 -
Sumário
- "Enumeração
das principais divisões, seções e outras partes de um documento, na
mesma ordem em que a matéria nele se sucede" (NBR 6027).
- O título de cada
seção deve ser datilografado com o mesmo tipo de letra em que
aparece no corpo do texto.
- A indicação das
páginas localiza-se à direita de cada seção.
6.5.1 - Divisão de um
Sumário
1 - SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 - SEÇÃO
SECUNDÁRIA
1.1.1 - Seção
Terciária
1.1.1.1. - Seção
Quaternária
1.1.1.1.1 - Seção
Quinária
2 - SEÇÃO PRIMÁRIA
a) alínea ou item
b) alínea ou item
c) alínea ou item
3 - SEÇÃO PRIMÁRIA
a) I .... Inciso
II ...
Inciso
b) I ....
Inciso
II ...
Inciso
4 - SEÇÃO PRIMÁRIA
6.6 - Texto
- É a parte onde todo
o trabalho de pesquisa é apresentado e desenvolvido.
- O texto deve expor um raciocínio lógico, ser bem estruturado, com
o uso de uma linguagem simples, clara e objetiva.
6.6.1 - Introdução
- Na introdução, o
tema é apresentado e esclarecido aos leitores as indicações de
leitura do trabalho.
6.6.2 -
Desenvolvimento do Texto
- O corpo do trabalho
é onde o tema é discutido pelo autor.
- As hipóteses a
serem testadas devem ser claras e objetivas.
- Devem ser
apresentados os objetivos do trabalho.
- A revisão de
literatura deve resumir as obras já trabalhadas sobre o mesmo
assunto.
- Deve-se mencionar a importância do trabalho, justificando sua
imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento.
- Deve ser bem
explicada toda a metodologia adotada para se chegar às conclusões.
6.6.3 - Conclusão
- A conclusão é a
parte onde o autor se coloca com liberdade científica, avaliando os
resultados obtidos e propondo soluções e aplicações práticas.
6.7 - Anexos ou
Apêndices
- É todo material
suplementar de sustentação ao texto (itens do questionário aplicado,
roteiro de entrevista ou observação, uma lei discutida no corpo do
texto etc.).
6.8 - Referências
Bibliográficas
É o conjunto de
indicações que possibilitam a identificação de documentos,
publicações, no todo ou em parte. As obras são identificadas na
seguinte ordem:

6.8.1 -
Livros
a - Autor (ou
coordenador, ou organizador, ou editor) - Escreve-se primeiro o
sobrenome paterno do autor, em caixa alta, e, a seguir, o restante
do nome, após uma separação por vírgulas.
b - Título e
subtítulo - O título deve ser realçado por negrito, itálico ou
sublinhado.
c - Número da edição (a partir da segunda edição) - Não se usa o
sinal de decimal (a).
d - Local da
publicação - É o nome da CIDADE onde a obra foi editada e, após a
referência de local deve, ser grafado dois pontos (:). Não se coloca
estado ou país.
e - Editora - Só se
coloca o nome da editora. Não se coloca a palavra Editora, Ltda, ou
S.A. etc. Por exemplo: da Editora Ática Ltda, colocar-se-ia apenas
Ática.
f - Ano da publicação
- É o ano em que a obra foi editada.
g - Número de volumes
(se houver)
h - Paginação -
Quantidade de páginas da obra.
i - Nome da série,
número da publicação na série (entre parênteses)
Obs.: a) Dois espaços
devem separar os diversos campos de uma referência.
b) A 2a linha e as subseqüentes se iniciam em
baixo da 3a letra da 1a linha.
c) Em obras avulsas são usadas as seguintes abreviaturas:
org. ou orgs. = organizador (es)
ed. ou eds. - editor
(es)
coord. ou coords. -
coordenador (es)
Exemplos:
Autor pessoa física:
LIMA, Adriana Flávia
Santos de Oliveira. Pré-escola e alfabetização: uma proposta
baseada
em Paulo Freire e
Jean Piaget. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1986. 228 p.
JAPIASSU, Hilton F..
O mito da neutralidade científica. Rio de Janeiro: Imago,
1975.
Até três autores:
COSTA, Maria Aída B.,
JACCOUD, Vera, COSTA, Beatriz. MEB: uma história de muitos.
Petrópolis: Vozes,
1986. 125 p. (Cadernos de Educação Popular, 10).
LAKATOS, Eva Maria,
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 2 ed, São
Paulo: Atlas, 1991.
231 p.
Mais de três autores:
OLIVEIRA, Armando
Serafim et al. Introdução ao pensamento filosófico. 3 ed. São
Paulo:
Loyola, 1985. 211 p.
RICHARDSON, Roberto
Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo:
Atlas, 2 ed., 1989.
287 p.
Obs.: et al. (et alli)
quer dizer e outros em latim.
Sem nome do autor:
O pensamento vivo de
Nietzsche.
São Paulo: Martin Claret, 1991. 110 p.
Dissertação / Tese:
BELLO, José Luiz de
Paiva. Lauro de Oliveira Lima: um educador brasileiro.
Vitória, 1995.
210 p. Dissertação
(Mestrado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação –
PPGE, Universidade Federal do Espírito Santo, 1995.
Autor corporativo:
UNIVERSIDADE FEDERAL
DO ESPÍRITO SANTO. Programa de Pós-Graduação em Educação / PPGE-UFES.
Avaliação educacional: necessidades e tendências. Vitória,
PPGE/UFES, 1984. 143 p.
Citação de parte de uma obra: O autor do capítulo citado é também
autor da obra:
LIMA, Lauro de
Oliveira, Ativação dos processos didáticos na escola secundária. Rio
deJaneiro: Forense-Universitária, 1976. cap. 12, p. 213-234 In: A
escola secundária moderna: organização, métodos e processos.
O autor do capítulo citado não é o autor da obra:
HORTA, José Silvério
Baía. Planejamento educacional. In: MENDES, Dumerval
Trigueiro (org.). Filosofia da Educação Brasileira. Rio de
Janeiro: Civilização
Brasileira, 1991. p. 195-239.

6.8.2 -
Artigos de revistas ou jornais
a - Autor(es) do
artigo:
b - Título do artigo:
c - Título da
revista:
d - Local da
publicação:
e - Editor:
f - Indicação do
volume:
g - Indicação do
número ou fascículo:
h - Indicação de
página inicial e final do artigo:
i - Data:
Exemplos:
Artigo de um autor:
BORTOLETTO, Marisa
Cintra. O que é ser mãe? A evolução da condição feminina na
maternidade através dos tempos. Viver Psicologia, São Paulo,
v. I, n. 3, p. 25-27, out. 1992.
Obs.: No caso de mais
de um autor, segue-se a mesma regra das referências dos livros.
Artigo não assinado (sem nome de autor):
A ENERGIA dual
indígena no mundo dos Aymara (Andes do Peru e Bolívia).
Mensageiro,Belém, n. 63, p. 35-37, abr./maio/jun., 1990.
Obs.: Escreve-se em
maiúscula até a primeira palavra significativa do título.
Artigo de jornal assinado:
DINIZ, Leila. Leila
Diniz, uma mulher solar. Entrevista concedida ao Pasquim.
Almanaque Pasquim, Rio de Janeiro, n. especial, p. 10-17, jul.
1982.
Artigo de jornal não assinado (sem nome de autor):
MULHERES têm que
seguir código rígido. O Globo, Rio de Janeiro, 1 caderno, p.
40, 31 jan. 1993.
Obs: A referência de
mês é reduzida a apenas três letras e um ponto. O mês de janeiro
ficaria sendo jan., o de fevereiro fev. etc., com exceção do mês de
maio que se escreve com todas as letras (maio) e sem o ponto. (veja
o exemplo em artigo não assinado).

6.8.3 -
Publicações Periódicas
Coleções inteiras:
EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS
SOCIAIS. São Paulo: Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais,
1956-
Obs.: Todas as
revistas sob este título foram consultadas.
Somente uma parte de uma coleção:
FÓRUM EDUCACIONAL.
Teorias da aprendizagem. Rio de janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
v.13, n.1/2, fev./maio 1989.
Obs.: Esta citação
indica que a revista inteira foi consultada.
Decretos-Leis, Portarias etc.:
BRASIL. Decreto
93.935, de 15 de janeiro de 1987. Promulga a convenção sobre
conservação dos recursos vivos marinhos antárticos. Diário
Oficial (da República Federativa do Brasil),Brasília, v. 125, n.
9, p. 793-799, 16 de jan. 1987. Seção 1, pt. 1.
Pareceres, Resoluções etc:
CONSELHO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO. Parecer n. 1.406 de 5 out. 1979. Consulta sobre o plano de
aperfeiçoamento médico a cargo do Hospital dos Servidores de São
Paulo. Relator: Antônio Paes de Carvalho. Documenta, n. 227,
p. 217-220, out. 1979.
Trabalho publicado em anais de congresso e outros eventos:
CHAVES, Antônio.
Publicação, reprodução, execução: direitos autorais. In: Congresso
Brasileiro de Publicações, 1., São Paulo, 5 a 10 de jul. 1981.Anais
do I Congresso de Publicações. São Paulo: FEBAP, 1981. p. 11-29.
Anais de congresso no todo:
SEMINÁRIO DO PROJETO
EDUCAÇÃO, 5., 24 out. 1996, Rio de Janeiro. Anais do V Seminário
do Projeto Educação. Rio de Janeiro: Forum de Ciência e
Cultura-UFRJ, 1996.
6.8.4 - Obras de Referência
Dicionário:
Educação. In:
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Minidicionário da língua
portuguesa. 2 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988. p. 185.
Enciclopédia:
Divórcio. In:
Enciclopédia Saraiva de Direito. São Paulo: Saraiva, 1977. v.
29, p. 107-162.
Anuário:
Matrícula nos cursos
de graduação em universidades e estabelecimentos isolados, por áreas
de ensino, segundo as universidades da Federação - 1978-80. In:
Fundação Instituto Brasileiro
de Geografia e
Estatística. Anuário estatístico do Brasil. Rio de Janeiro,
1982. Seção 2, cap. 17, p. 230: Ensino.

6.9 - Glossário
- É a explicação dos
termos técnicos, verbetes ou expressões que constem do texto. Sua
colocação é opcional.
6.10 - Capa
- Serve para proteger
a última folha do trabalho, é opcional e permanece em branco.
7.1 – Citações
- Quando se quer
transcrever o que um autor escreveu.
7.1.1 - Citação
Direta
a) - Citação Direta
Curta (com menos de 3 linhas ou menos de 30 palavras) - Deve ser
feita na continuação do texto, entre aspas.
Ex.:
Maria Ortiz, moradora
da Ladeira do Pelourinho, em Salvador, que de sua janela jogou água
fervendo nos invasores holandeses, incentivando os homens a
continuarem a luta. Detalhe pitoresco é que na hora do almoço,
enquanto os maridos comiam, as mulheres lutavam em seu lugar. Este
fato levou os europeus a acreditarem que "o baiano ao meio dia
vira mulher" (MOTT, 1988: 13).
Obs.: MOTT - autor
que faz a citação.
1988 - o ano de
publicação da obra deste autor na bibliografia.
13 - refere-se ao número da página onde o autor fez a citação.
b) - Citação Direta
Longa (com mais de 3 linhas ou mais de 30 palavras) - As margens são
recuadas à direita, (4cm em espaço um (1 ou simples).
Ex.:
Além disso, a
qualidade do ensino fornecido era duvidosa, uma vez que as mulheres
que o ministravam não estavam preparadas para exercer tal função.
"A
maior dificuldade de aplicação da lei de 1827 residiu no provimento
dascadeiras das escolas femininas. Não obstante sobressaírem as
mulheres no ensino das prendas domésticas, as poucas que se
apresentavam para reger uma classe dominavam tão mal aquilo que
deveriam ensinar que não logravam êxito em transmitir seus exíguos
conhecimentos. Se os próprios homens, aos quais o acesso à instrução
era muito mais fácil, se revelavam incapazes de ministrar o ensino
de primeiras letras, lastimável era o nível do ensino nas escolas
femininas, cujas mestras estiveram sempre mais ou menos
marginalizadas do saber" (Saffioti, 1976, p. 193).
7.1.2 - Citação de
Citação
- É a citação feita
por outro pesquisador.
Ex.:
O Imperador Napoleão
Bonaparte dizia que "as mulheres nada mais são do que máquinas
de fazer filhos" (BONAPARTE apud LOI, 1988: 35).
Obs.: apud
= citado por.
7.1.3 - Citação
Indireta
- É a citação que
sofre uma interpretação por parte do autor.
Ex.:
Somente em 15 de
outubro de 1827, depois de longa luta, foi concedido às mulheres o
direito à educação primária, mas mesmo assim, o ensino da aritmética
nas escolas de meninas ficou restrito às quatro operações. Note-se
que o ensino da geometria era limitado às escolas de meninos,
7.2 - Localização das Citações
a) No texto
- A citação vem logo
após o texto, conforme nos exemplos acima.
b) Em nota de rodapé
- No rodapé da página
onde aparece a citação. Neste caso coloca-se um número ou um
asterisco sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página.
c) no final de cada
parte ou capítulo
- As citações
aparecem em forma de notas no final do capítulo. Devem ser numeradas
em ordem crescente.
d) No final do
trabalho
- Todas as citações
aparecem no final do trabalho listadas em ordem numérica crescente,
no todo ou por capítulo.
7.3 - Paginação
- Existem dois níveis
para numeração das páginas:
Antes do Sumário:
- Antes do Sumário
conta-se a partir da Folha de Rosto, mas não são enumerados.
Isto é,
- São contadas na numeração, mas não recebem números a folha de
rosto, a primeira página do texto (página 1) e as páginas que
iniciam um capítulo.
Depois do Sumário:
- As páginas são
numeradas em algarismos arábicos, colocados no canto superior
direito, a um espaço duplo acima da primeira linha.
- A numeração em algarismos arábicos inicia-se a partir do Sumário
(página 1).
- São contadas na numeração, mas não recebem números a folha de
rosto, a primeira página do texto e as páginas que iniciam um
capítulo.

7.4 - Formato
- Não há uma
determinação quanto ao formato do texto na página. No entanto é
usual as seguintes características:
1 - Papel formato A-4
(210 X 297 mm) - branco
2 - Margens de:
3,0 cm na parte
superior
3,0 cm na inferior
3,0 cm no lado
esquerdo
2,0 cm no lado
direito
ou de acordo com o
exigido pela Instituição, podendo ser
3,0 cm na parte
superior
2,0 cm na inferior
3,0 cm no lado
esquerdo
2,0 cm no lado
direito
3 - Corpo da letra:
12
4 - Tipo da letra:
Times News Roman (em computador) ou Ariel, fonte 12
5 - Espaço
entrelinhas: 1,5 ou 2 (duplo)
Obs: Não esquecer que
o espaço entrelinhas em uma citação longa (mais de cinco linhas)
deve ter espaço entrelinhas simples.

9.1- Palavras utilizadas em pesquisa
Agradecimento:
É a manifestação de gratidão do autor da pesquisa às pessoas que
colaboraram no seu trabalho. Deve ter a característica de ser curto
e objetivo.
Amostra:
É uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de
dados.
Análise:
É o trabalho de avaliação dos dados recolhidos. Sem ela não há
relatório de pesquisa.
Anexo:
É uma parte opcional de um relatório de pesquisa. Nele deve constar
o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relatório
de pesquisa.
Apêndice:
O mesmo que Anexo.
Bibliografia:
É a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de
pesquisa.
Capa:
Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor,
o título do trabalho e a instituição onde a pesquisa foi realizada.
Capítulo:
É uma das partes da divisão do relatório de pesquisa. Lembrando que
o primeiro capítulo será a Introdução e o último as Conclusões do
autor. Entre eles o texto da pesquisa.
Ciência:
É um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado
objeto conquistados através de métodos próprios de coleta de
informação.
Citação:
É quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu.
Coleta de Dados:
É a fase da pesquisa em que se reúnem dados através de técnicas
específicas.
Conclusão:
É a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade
científica, avaliando os resultados obtidos, propondo soluções e
aplicações práticas.
Conhecimento
Científico:
É o conhecimento racional, sistemático, exato e verificável da
realidade. Sua origem está nos procedimentos de verificação baseados
na metodologia científica. Podemos então dizer que o Conhecimento
Científico:
- "É racional e
objetivo.
- Atém-se aos fatos.
- Transcende aos
fatos.
- É analítico.
- Requer exatidão e
clareza.
- É comunicável.
- É verificável.
- Depende de
investigação metódica.
- Busca e aplica
leis.
- É explicativo.
- Pode fazer
predições.
- É aberto.
- É útil"
(Galliano, 1979: 24-30).
Conhecimento Empírico
(ou conhecimento vulgar):
É o conhecimento obtido ao acaso, após inúmeras tentativas, ou seja,
o conhecimento adquirido através de ações não planejadas, ou através
do convívio social.
Conhecimento
Filosófico:
É fruto do raciocínio e da reflexão humana. É o conhecimento
especulativo sobre fenômenos, gerando conceitos subjetivos. Busca
dar sentido aos fenômenos gerais do universo, ultrapassando os
limites formais da ciência.
Conhecimento
Científico: É todo aquele conhecimento comprovado através de
experiências ao longo dos anos, estudos e pesquisas. São
conhecimentos indiscutíveis que merecem o reconhecimento absoluto.
Conhecimento
Teológico:
Conhecimento revelado pela fé divina ou crença religiosa. Não pode,
por sua origem, ser confirmado ou negado. Depende da formação moral
e das crenças de cada indivíduo.
Corpo do Texto:
É o desenvolvimento do tema pesquisado, dividido em partes,
capítulos ou itens, excluindo-se a Introdução e a Conclusão.
Dedicatória:
Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum
indivíduo, grupos de pessoas ou outras instâncias.
Dedução:
Conclusão baseada em algumas proposições ou resultados de
experiências.
Dissertação:
É um trabalho de pesquisa, com aprofundamento superior a uma
monografia, para obtenção do grau de Mestre, por exigência do
Parecer 977/65 do então Conselho Federal de Educação.
Entrevista:
É um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados.
Experimento:
Situação provocada com o objetivo de observar a reação de
determinado fenômeno.
Fichamento:
São as anotações de coletas de dados registradas em fichas para
posterior consulta.
Folha de Rosto:
É a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informações
contidas na Capa e as informações essenciais da origem do trabalho.
Glossário:
São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco
conhecidas pelo virtual leitor, acompanhadas de definição.
Gráfico:
É a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas
durante o trabalho de pesquisa.
Hipótese:
É a suposição de uma resposta para o problema formulado em realção
ao tema. A Hipótese pode ser confirmada ou negada.
Índice (ou Índice
Remissivo):
É uma lista que pode ser de assuntos, de nomes de pessoas citadas,
com a indicação da(s) página(s) no texto onde aparecem. Alguns
autores referem-se a Índice como o mesmo que Sumário.
Indução:
"Processo mental por intermédio do qual, partindo de dados
particulares, suficientemente constatados, infere-se uma verdade
geral ou universal, não contida nas partes examinadas" (Lakatos,
Marconi, 1991: 47).
Instrumento de
Pesquisa:
Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a
pesquisa.
Introdução:
É o primeiro capítulo de um relatório de pesquisa, onde o
pesquisador irá apresentar, em linhas gerais, o que o leitor
encontrará no corpo do texto. Por isso, apesar do nome Introdução, é
a última parte a ser escrita pelo autor.
Latu Sensu:
Em sentido
amplo Diz-se dos trabalhos realizados em monografias que são
bastante amplos, com temas gerais e amplos. (termo usado para
trabalhos de Especialização, oferecidos por Instituições
reconhecidas pelo MEC e ter carga horária de 360h).
Em linhas gerais
são saberes adquiridos pelas gerações como fruto de experiências
culturais individuais e coletivas.
Método:
A palavra método deriva do grego e quer dizer caminho. Método então,
no nosso caso, é a ordenação de um conjunto de etapas a serem
cumprias no estudo de uma ciência, na busca de uma verdade ou para
se chegar a um determinado fim.
Metodologia:
"Methodo" significa caminho; "logia" significa estudo.
É o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ciência.
Monografia:
"Mono" significa um, "grafia" significa escrita, ou
seja, escrito por um. É um estudo científico, com tratamento escrito
individual, de um tema bem determinado e limitado, que venha
contribuir com relevância à ciência.
Pesquisa:
É a ação metódica para se buscar uma resposta; busca; investigação.
Premissas:
São proposições que vão servir de base para uma conclusão.
Problema:
É o marco referencial inicial de uma pesquisa. É a dúvida inicial
que lança o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa.
Resenha:
É uma descrição minuciosa de um livro, de um capítulo de um livro ou
de parte deste livro, de um artigo, de uma apostila ou qualquer
outro documento.
Stritu Sensu:
Em sentido restrito. Diz-se dos trabalhos realizados em
Cursos de Mestrado ou Doutorado que tem uma
relação estabelecida entre um sujeito cognoscente e um
objeto de conhecimento.
Cursos oferecidos
por Instituições reconhecidas pelo MEC e tem carga horária de 360h
ou superior.
Técnica:
É a forma mais segura e ágil para se cumprir algum tipo de
atividade, utilizando-se de um instrumental apropriado.
Teoria:
"É um conjunto de princípios e definições que servem para dar
organização lógica a aspectos selecionados da realidade empírica. As
proposições de uma teoria são consideradas leis se já foram
suficientemente comprovadas e hipóteses se constituem ainda problema
de investigação" (Goldenberg, 1998: 106-107)

Tese:
É um trabalho semelhante a Dissertação, distinguindo-se pela efetiva
contribuição na solução de problemas, e para o avanço científico na
área em que o tema for tratado.
Tese -
A tese
de doutorado é considerada o tipo representativo do trabalho
científico monográfico. Trata-se da abordagem de um único tema, que
exige pesquisa própria da área científica em que se situa, com os
instrumentos metodológicos específicos. Essa pesquisa pode ser
teórica, de campo, documental, experimental, histórica ou
filosófica, mas sempre versando sobre um tema único, especifico,
delimitado e restrito. (...) Além disso, exige-se da tese de
doutorado contribuição suficientemente original a respeito do tema
pesquisado. Ela deve representar um progresso para a área científica
em que se situa. (Severino, 2000:150-151)
Tópico:
É a subdivisão do assunto ou do tema.
Universo:
É o conjunto de fenômenos a serem trabalhados, definido como
critério global da pesquisa.
9.2-
Palavras ou expressões latinas utilizadas em pesquisa
apud: Significa "citado por". Nas citações é
utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um
determinado autor na verdade pertence a um outro.
Ex.: (Napoleão apud Loi) ou seja, Napoleão "citado por"
Loi
et al. (et alli): Significa "e outros".
Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores.
Ex.: Numa obra
escrita por Helena Schirm, Maria Cecília Rubinger de Ottoni e Rosana
Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM, Helena et al. ibid
ou ibdem: Significa "na mesma obra".
idem ou id: Significa "igual a anterior".
In: Significa "em".
ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras", "literalmente".
Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade,
mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita
com erros de linguagem.
ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras", "textualmente".
Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic.
opus citatum ou op.cit.: Significa "obra citada"
passim: Significa "aqui e ali". É utilizada quando a
citação se repete em mais de um trecho da obra.
sic: Significa "assim". Utiliza-se da mesma forma que
ipsis litteris ou ipsis verbis.
supra: Significa "acima", referindo-se a nota
imediatamente anterior.

|
COMO FAZER
PAPER |
13/03/2007 |
|
PAPER Definições Para a ABNT (1989) paper
é um pequeno artigo científico, elaborado sobre determinado
tema ou resultados de um projeto de pesquisa para
comunicações em congressos e reuniões científicas, sujeitos
à sua aceitação por julgamento. Os propósitos de um paper
são quase sempre os de formar um problema, estudá-lo,
adequar hipóteses, cotejar dados, prover uma metodologia
própria e, finalmente, concluir ou eventualmente recomendar.
O paper é intrinsecamente técnico, podendo envolver
fórmulas, gráficos, citações e pés de página, anexos,
adendos e referências. Num paper a opinião do autor é velada
e tem a aparência imparcial e distante, não deixando
transparecer tão claramente as crenças e as preferencias do
escritor. Para Carmo-Neto (1996) os dados de um paper são
geralmente experimentais, mensuráveis objetivamente; mesmos
os mais intuitivos ou hipotéticos sempre imprimem um certo
pendor científico, e quase sempre são formados a partir de
uma metodologia própria para aquele fim. Estrutura Um paper
deve conter os seguintes elementos: * Título; * Nome
completo do(s) autor(es); * Resumo e/ou Abstract; *
Introdução; * Revisão da Literatura; * Metodologia; *
Desenvolvimento; * Resultados; * Discussão dos Resultados; *
Conclusão; * Anexos e/ou Apêndices; * Bibliografia. Embora
um paper apresente número de páginas variado, de 15 a 20
páginas é o tamanho aceitável. |
|

|
Técnicas de Resumo |
|
"resumo de
textos ou síntese de textos é diferente de resumo
técnico-científico (SEVERINO, 2000:172, item 5.1.)"
Conceito :: Resumo ou síntese
de textos: "...é um trabalho didático comumente exigido em
escolas superiores - seja de toda uma obra ou de um único
capítulo. É que se faz, muitas vezes, quando do fichamento
de livros. Não se trata propriamente de um trabalho de
elaboração, mas de um exercício de leitura que nem por isso
deixa de ter enorme utilidade didática.
O resumo do texto é, na
realidade, uma síntese das idéias e não das palavras do
texto. Não se trata de uma "miniaturização". Resumindo um
texto com as próprias palavras, o estudante mantém-se fiel
às idéias do autor.
O resumo é feito em diferentes
níveis de profundidade, conforme o objetivo a que se
propõe. É feito a partir da análise temática, como já se
adiantou.
|
Indicativo ou descritivo |
Informativo ou analítico |
Crítico |
|
.: descreve os
principais
tópicos do texto original
.: não dispensa a
leitura
do texto original
.: até 20 linhas |
.: reduz o texo a
1/3 ou a 1/4 do texto original
.: não usa figuras,
nem citações nem exemplos
.:
sem opiniões pessoais do autor do resumo |
.: também reduz o
texto original a 1/3 ou 1/4 do tamanho iinicial
.:
idéias fundamentais mantidas
.: permite
comentários e opiniões do autor do resumo |

Resumo técnico:
É um resumo do que
será apresentado no trabalho de pesquisa sem que seja
revelado o seu final. A utilidade do resumo técnico está em
despertar o leitor para o conteúdo que vem a seguir. Pode
ser considerado também como um enredo da obra. Em artigo,
normalmente, esse tipo de resumo vai para o final,
dependendo do orientador ou do tipo de Norma (ABNT, APA ou
VANCOUVER). O tamanho desse resumo equivale a cerca de 250
palavras.
|
NBR 6.028 |
Extensão recomendada |
|
Evita-se:
.:
usar páragrafos
.: citações
descrições ou explicações detalhadas
.: expressões como:
"o autor trata", "no texto do autor", "o artigo trata" e
similares.
.: figuras,
gráficos, tabelas, fórmulas, equações e diagramas |
.: Monografias e
artigos - até 250 palavras
.: notas e
comunicados breves - até 100 palavras
.: relatórios e
teses - até 500 palavras |
Abstract:
O
resumo técnico também serve para orientar pesquisadores
estrangeiros. Por isso, junto com a língua portuguesa vem o
mesmo resumo em língua estrangeira. A mais usada é a inglesa
- é o abstract
Summary:
é o resumo da obra
toda, apresentando inclusive a conclusão.
Resumo Expandido: Um
resumo expandido não é simplesmente um longo resumo. O
resumo expandido deve incluir referências, comparações com
trabalhos relacionados e outros detalhes esperados em um
documento científico, mas não em um resumo. Um resumo
expandido é um documento de pesquisa, cujas idéias e
significância possam ser entendidas em menos de uma hora de
leitura. Escrever um resumo expandido pode ser mais
trabalhoso que um paper completo.
Alguns assuntos que
podem ser omitidos em um resumo expandido são, por exemplo,
detalhes muito específicos de ensaios, descrições de futuros
trabalhos, informações institucionais que não sejam
relevantes à pesquisa, dentre outros.
.: A Avaliação dos
Resumos: Em primeiro lugar será verificado se existe algum
erro técnico no trabalho, o que não costuma acontecer. Na
continuação, será avaliada a importância do trabalho em
termos de inovação, no que diz respeito a trabalhos
anteriores dos mesmos autores ou de outros do setor. O
resumo deve oferecer uma clara descrição das vantagens seja
do estudo realizado ou da técnica aplicada sobre os métodos
atualmente usados, sendo importante a citação de trabalhos
relevantes da mesma área de pesquisa. O resumo apresentado
não deve se prender em detalhes, quando se tratar de uma
aplicação muito específica, mas sim mostrar claramente a
contribuição da pesquisa para o setor. O trabalho deve ser
compreensível inclusive por pessoas que não sejam
especialistas da área.
O limite de cinco
páginas poderá ser excedido quando o uso de mais figuras,
mapas ou tabelas for necessário à compreensão do trabalho.
Porém, os comitês julgarão essa necessidade. Também poderão
ser utilizados anexos que ultrapassem o limite do número de
páginas, quando esses contiverem informações básicas
referentes à área de pesquisa, essenciais à compreensão do
resumo.
Fontes de referências:
.:: ABNT - Associação
Brasileira de Normas Técnicas. Normatização da
documentação no Brasil; (PNB-66), Rio de Janeiro, IBBD.
Texto oficial a respeito da padronização das normas técnicas
para elaboração de trabalhos científicos. Fornece diretrizes
e modelos para a bibliografia e documentação dos escirtos
científicos.
.:: SEVERINO, Antonio
Joaquim. Metodologia do trabalho científico, 21a. ed.
rev., São Paulo: Cortez, 2000. |
|

|
Técnicas de Resenha
. Conceito - A resenha consite em
leitura, estudo, resumo, crítica e formulação de um conceito
de valor sobre o trabalho que está sendo analisado. É um tipo
de resumo crítico, porém, mais abrangente, pois permite
comentários e opiniões e inclui julgamento de valor. (SILVA,
2003:94)
. Roteiro básico para
elaboração de uma resenha
1. Referência bibliográficas do
texto a ser trabalhado;
2. Credenciais do autor:
informações gerais sobre a formação e a
experiência do mesmo no
assunto;
3. Resumo da obra (digesto):
resumo das principais idéias contidas no texto e
de que trata a obra.
Caracterísitcas especiais se for o caso, como foi abordado
o tema e se exige outros
conhecimentos;
4. Conclusão do autor: existe
conclusão ou não? Onde está? Quais foram
as conclusões?
5. Crítica do resenhista: análise
e julgamento da obra. Qual a contribuição da
obra? As idéias são
originais? Estilo. |

Artigo: Geralmente se trata
de uma dissertação sobre um tópico e pode ser crítico ou não. Uma
redação com coerência que aborda dados sobre assuntos e que traz
informações questionativas, explicativas e esclarecedoras sobre o
tema.
Dissertação de Mestrado -
A Dissertação de Mestrado trata-se da
comunicação dos resultados de uma pesquisa e de uma reflexão, cujo
tema deve ser único e delimitado, seguindo as diretrizes de
doutoramento, contribuindo da mesma forma com o progresso e
desenvolvimento da ciência em questão.
É difícil eliminar da dissertação o seu caráter demonstrativo,
atendo-se a uma proposição do assunto: uma hipótese deve ser
levantada e demonstrada. Afinal, o objetivo da pesquisa é
fundamentalmente a análise e interpretação do material coletado
(...).
Ensaio teórico
-
O Ensaio Teórico consiste em exposição lógica e
reflexiva e em argumentação, rigorosa com alto nível de
interpretação e julgamento pessoal. No ensaio há maior liberdade por
parte do autor, no sentido de defender determinada posição sem que
tenha que se apoiar no rigoroso e objetivo aparato de documentação
empírica e bibliográfica, como acontece nos tipos de trabalhos
anteriormente conceituados.
O ensaio não dispensa o rigor lógico e coerência
de argumentação e por isso mesmo exige grande informação cultural e
muita maturidade intelectual. Daí muitos pensadores preferirem esta
forma de trabalho para expor suas idéias científicas ou filosóficas.
P.S. Escolha seu tema com
carinho. Um TCC bem feito pode servir como porta de entrada na sua
carreira fazendo parte do seu currículo. Muitas empresas aceitam o
TCC como uma referência positiva do profissional. Para quem quer
seguir carreira, é uma excelente oportunidade de mostrar o seu
potencial.
As normas de apresentação desses trabalhos podem
ser encontradas nas referências
fontes úteis
ou em qualquer outra obra similar de sua preferência
TCC. Trabalho de Conclusão de
Curso. Trata-se de uma pesquisa a respeito de um assunto da área
disciplinar do acadêmico que possa servir de referência para
fechamento de seu curso. Um trabalho que ofereça elementos
comprobatórios que respalde sua estada naquele curso.
Qual é a abreviação de "Mestre"?
A abreviatura para "Mestre" é "Me.".
"Msc." ou "Ms." são usadas no Inglês, onde representam "Master of
Science".
Usá-lás aqui é o mesmo que um doutor, em vez de usar "Dr.", usar
"PhD.".
* Referência: Revista Integração, Ano XXXIII - Nº 90 Novembro 2004,
pág 38.
O que quer dizer PhD?
PhD: abreviação originária do latim Philosophiæ
Doctor, que significa, em linguagem de hoje, Doutorado, curso de
pós- graduação que se faz após o Mestrado (Master).
Última
atualização: 8 de setembro de 2007. |